resposta do comitê · camada estratégica

catorze diretrizes.

decisões estratégicas que orientam a ação institucional ao longo dos próximos 50 anos.

d-01 a d-13 ratificadas · d-14 oficializada no v18-05 · 4 vetores estratégicos
estrutura

quatro vetores estratégicos

01
vetor 01

infraestrutura e território

Concentra as diretrizes de mobilidade urbana, habitação, saneamento e proteção hídrica.

Endereça os Pontos 2 e 3 identificados no Capítulo 1: Território Comprimido e Risco Hídrico.

d-01d-02d-03d-04
02
vetor 02

economia e trabalho

Concentra as diretrizes de diversificação econômica, requalificação profissional, atração de investimentos e desenvolvimento do ecossistema de inovação.

Responde ao Ponto 1 (Transição Industrial e Capital Humano). É o vetor que mais depende da velocidade das decisões na janela 2026–2032.

d-05d-06d-07
03
vetor 03

educação, cultura e capital social

Concentra as diretrizes de educação básica, cultura como infraestrutura estratégica, identidade territorial e atração de talentos.

Vetor de mais longo prazo — mudanças educacionais levam uma geração para se manifestar. As decisões deste ciclo têm resultado visível em 2040.

d-08d-09d-10
04
vetor 04

governança e capacidade institucional

Concentra as diretrizes de governança permanente, planejamento de longo prazo, finanças municipais e a D-14 de Governança Digital (oficializada na consolidação v18-05).

Determina a capacidade de execução de todos os outros vetores.

d-11d-12d-13d-14
diretriz em destaque · oficializada no v18-05

d-14 governança digital, dados e capacidade absortiva

Estabelecer governança municipal de dados, plataforma digital pública padronizada e capacidade absortiva de tecnologia como pré-condição operacional para execução do Plano 200 Anos.

magnitude orçamentária preliminar

R$ 12–25 milhões em capex 2026–2028 e R$ 4–7 milhões por ano em opex incremental (a validar com SEMPLU e SEFAZ).

Ref · Itajaí (Aprova Digital) ~R$ 4–6 mi opex/ano · Florianópolis (alvarás digitais) ~R$ 2–3 mi capex inicial.

âncora institucional (r10)

Comitê de Desenvolvimento Econômico (Decreto 17.531/2023) como governança permanente. A Câmara Técnica de Governança Digital fica subordinada a esse Comitê, sem criar órgão novo (aplicação direta da lição IPPLAN→Jourdan).

três frentes simultâneas
  1. 1

    política e arquitetura de dados

    LGPD operacional com DPO formalizado, catálogo de bases municipais publicado, classificação de sensibilidade das informações e Política Municipal de Governo Digital sancionada até 31/12/2027.

  2. 2

    plataforma digital pública

    Barramento de interoperabilidade entre sistemas municipais, princípio once-only para serviços novos (cidadão informa um dado uma vez), identidade digital cidadã reaproveitada do gov.br, e redesenho do ERP fiscal-cadastral para eliminar silos de dados.

  3. 3

    capacidade absortiva

    Quadro técnico próprio mínimo com plano de carreira específico para TIC, ratio de servidores TIC sobre quadro total monitorado, e orçamento de TIC auditado anualmente. Expansão prevista de 3+1 servidores efetivos no início para 8+2 até 2032.

por que importa nos cenários
c1 — grande transição

Infraestrutura crítica para coordenar requalificação, proteger hídrica e diversificar. O cenário aspiracional depende dela.

c7 — resgate institucional

Salva-vidas. Com automação acelerada e sem diversificação, é a capacidade de dados em tempo real que evita que C7 se torne C8.

c8 — cristalização

Ausência da D-14 é um dos mecanismos que permite o deslizamento para o pior cenário — decisões tardias porque os dados chegam tarde.

camada operacional

conheça as 11 recomendações que materializam as diretrizes

R01–R10 + R11 (stage-gate público para tech) oficializadas no v18-05. R01–R03 são as mais urgentes para 2026–2028.

ver recomendações →